quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

Árbitros e árbitras FIFA na temporada 2018

   Ricardo Marques Ribeiro ao centro, e os assistentes Kleber Lucio Gil a esquerda e Bruno Boschilia a direita -  foram mantidos no quadro da FIFA em 2018.

O presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Marcos Marinho, anunciou, nesta quarta-feira (6), a lista completa dos brasileiros que farão parte da lista de árbitros e árbitras com a chancela da FIFA em 2018.
Em breve, a CBF divulgará a data da entrega das insígnias, que será realizada na sede da entidade, na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Confira todos os 40 nomes que vão atuar no Futebol, Futsal e Beach Soccer.

ÁRBITROS
1) Sandro Meira Ricci, 43 anos
2) Wilton Pereira Sampaio, 35 anos
3) Raphael Claus, 38 anos
4) Anderson Daronco, 36 anos
5) Luiz Flavio Oliveira, 40 anos
6) Ricardo Marques Ribeiro, 38 anos
7) Dewson Fernando Freitas da Silva, 36 anos
8) Rodolpho Toski Marques, 30 anos
9) Wagner Nascimento Magalhães, 38 anos
10)Wagner Reway, 37 anos


ÁRBITRAS
11) Edina Alves Batista, 37 anos
12) Regildênia Holanda Moura, 43 anos
13) Deborah Cecilia Cruz Correia, 32 anos
14) Rejane Caetano da Silva, 32 anos


ÁRBITROS ASSISTENTES
15) Emerson Augusto de Carvalho, 45 anos
16) Marcelo Carvalho Van Gasse, 41 anos
17) Guilherme Dias Camilo, 35 anos
18) Alessandro Álvaro Rocha de Matos, 41 anos
19) Rodrigo Figueiredo Henrique Corrêa, 34 anos
20) Kléber Lúcio Gil, 40 anos
21) Bruno Boschilia, 34 anos
22) Bruno Raphael Pires, 32 anos
23) Fabrício Vilarinho da Silva, 37 anos
24) Danilo Ricardo Simon Manis, 36 anos


ÁRBITRAS ASSISTENTES
25) Neuza Inês Back, 33 anos
26) Tatiane Sacilotti dos Santos Camargo, 31 anos
27) Marcia Bezerra Lopes Caetano, 43 anos
28) Daiane Caroline Muniz dos Santos, 29 anos


ÁRBITROS DE FUTSAL
29) Gean Coelho Telles, 42 anos
30) Flávio Marques, 39 anos
31) Henrique Angelo da Silva, 38 anos
32) Ricardo Amaral Messa, 34 anos


ÁRBITRAS DE FUTSAL
33) Giselle Torri, 37 anos
34) Katiucia Meneguzzi Santos, 39 anos
35) Anelize Meire Schulz, 32 anos
36) Aline Santos Nascimento, 28 anos


ÁRBITROS DE BEACH SOCCER
37) Ivo Alexandre Moraes Santos, 40 anos
38) Mayron Frederico Reis Novais, 40 anos
39) Renato Carlos, 45 anos
40) Lucas Estevão, 32 anos


Fonte: CBF

Opinião do Apito do Bicudo – A manutenção dos mesmos apitos e bandeiras ao quadro da FIFA para o ano que vem - é uma atitude coerente da CBF e sua Comissão de Arbitragem. Não houve neste ano nenhum árbitro e/ou assistente, que demonstrou ao longo desta temporada ser detentor dos requisitos básicos exigidos pela entidade que controla o futebol no planeta.

Até porque, os árbitros e assistentes que já pertenciam ao quadro internacional de arbitragem, mantiveram uma linha de conduta razoável e os que foram promovidos em 2017, ainda estão em fase de maturação.

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Claus, Dias Camilo e Bruno Pires são premiados


Para avaliar, melhorar e padronizar a arbitragem brasileira nos jogos do Brasileirão 2017, a Comissão de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol implementou nesta temporada um projeto pioneiro no mundo da bola: o RADAR - relatório de análise de desempenho da arbitragem. O sistema avaliou durante toda a competição a atuação dos árbitros de maneira mais científica e menos subjetiva. Ao final, o árbitro Raphael Claus (SP/FIFA) e os assistentes Guilherme Dias Camilo (MG/FIFA) e Bruno Raphael Pires (GO/FIFA) tiveram os melhores desempenhos da competição.
                                             CA/CBF em reunião na sede da entidade

Feliz demais pelo momento. A gente sabe que o Campeonato Brasileiro é muito difícil são 38 rodadas de jogos muito disputados. Então, passar dois anos legitimando todos os resultados das partidas que pudemos trabalhar é muito importante e gratificante – disse Claus, premiado pelo segundo ano consecutivo como melhor árbitro do Brasileirão.

Cada profissional foi observado por analistas de campo e vídeo, treinados para a utilização da ferramenta em programa oferecido pela CBF e pela Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (ENAF) no início do ano. A opção por este método de análise foi feita para atender à realidade da arbitragem, sem deixar escapar o fator campo, mas também pontuando de maneira objetiva cada lance marcado no decorrer do jogo. A partir daí as análises de campo e vídeo são comparadas pela Comissão de Arbitragem que, juntamente com a ENAF, realiza um terceiro relatório para chegar a nota final de cada oficial.

Dentro do sistema foram elencadas as possíveis ações da arbitragem no jogo como marcação de faltas, impedimentos e cartões. Alinhando teoria à estatística de erros e acertos cada árbitro recebe uma nota. Além disso, questões de atitude perante aos jogadores e em relação ao contexto do confronto também são conceituadas. Através do RADAR é possível mensurar toda a parte técnica da arbitragem brasileira.

Os que ganharam foram os que tiveram melhor rendimento e desempenho nos itens que a gente observa numa boa arbitragem e são merecedores deste prêmio. É importante destacar que tudo foi feito em base de dados científicos e não subjetivos. E essa interface entre comissão, analistas e instrutores com os árbitros é muito importante para seguirmos na busca pela excelência da arbitragem brasileira, que é o nosso grande objetivo – pontuou Marcos Marinho, presidente da Comissão de Arbitragem da CBF.

Para a premiação final ainda foram levados em consideração: números de jogos, média de escalas, partidas com interferência, número de vezes entre os três melhores do ranking da rodada.
Fonte: CBF

Opinião do Apito do Bicudo - “Diante da avalanche de erros crassos perpetrados pela arbitragem - erros exibidos a exaustão pelas TVs em todas as rodadas do Campeonato Brasileiro neste 2017, sobretudo, na Série (A) - das três situações a seguir, uma ou mais devem ter ocorrido: 1) O sistema do “tal radar” falhou. 2) Aqueles que manusearam o “radar”, não estavam aptos a realizar a avaliação da arbitragem. 3) Ou então, os dados do "tal radar" foram desconsiderados pela CA/CBF". 
Crédito: UAE

ad argumentandum tantum - Massimo Busacca (foto a esquerda), o diretor de arbitragem da FIFA, foi o convidado da UAE FOOTBALL ASSOCIATION - para ministar o curso sobre o ÁRBITRO DE VÍDEO (AV) - à arbitragem dos Emirados Árabes Unidos. Qualquer dúvida clicar no link - http://www.uaefa.ae/en/index.php?go=news&more=26547

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

SUGESTÕES À ARBITRAGEM EM 2018



O julgamento do ex-presidente da CBF, José Maria Marin nos (EUA), poderá provocar mudanças na direção da CBF - segundo alguns cartolas do futebol brasileiro. O fato é público e notório. Se vai acontecer são outros quinhentos.

Com ou sem alterações no comando da entidade, no que diz respeito a arbitragem, é imperativo que ocorram transformações a partir do ano que vem – pois do contrário, a mixórdia perpetrada pela confraria do apito nesta temporada, no que tange ao descumprimento das circulares, das Regras de Futebol em conjunto com a CA/CBF, irá se acentuar e os prejuízos ao nosso futebol idem.

Nossas sugestões: (1) O primeiro departamento da arbitragem da CBF, que deve sofrer uma autêntica profilaxia, é a Comissão de Árbitros. O fracasso da atual gestão, comandada por Marcos Marinho que nunca exerceu a atividade de árbitro de futebol e seus congêneres, é inquestionável. Além da permissividade com a quizumba contumaz dos homens de preto no atual Brasileirão, este ano será a primeira vez nos últimos cinco anos, que a CBF não revelará um árbitro promissor. Só se resolverem FABRICAR alguém.

2) – A profilaxia deve ser total e irrestrita – ou seja, sai todo mundo - e quem já foi não pode voltar. Os clubes deveriam indicar um membro à nova comissão de arbitragem. A ANAF (1) – A CBF (2).

3) - A Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (Enaf) – tem que passar pelo mesmo processo da CA/CBF. Ninguém é insubstituível. São as mesmas pessoas há muito tempo, e o mesmo modus operandi – porém, os resultados não são satisfatórios. Sendo redundante: 2017, não houve a revelação de nenhum árbitro (apito).

4) – Formada a CA/CBF e da (Enaf) – ambas realizarão um pente fino na atual Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf). Há um contingente de apitos e bandeiras que, não possuem as qualidades exigidas para pertencer a (Senaf). As indicações políticas estão matando a nossa arbitragem.

5) - A futura CA/CBF e a (Enaf), se algo de novo acontecer o que nós não acreditamos, devem implementar um novo modelo de formação de árbitros - fornecendo suporte financeiro e cursos de requalificação aos professores, e acompanhar o desenvolvimento das escolas das federações de futebol – objetivando com isso, o descobrimento de árbitros e assistentes com dom, talento e vocação.

6) – A listagem dos analistas de campo, de vídeo, delegados etc… exige uma mutação completa. É inaceitável que com a trempe aqui mencionada, árbitros, assistentes e quarto árbitro, tenham cometido tantos disparates na interpretação e aplicação das regras, e, a CA/CBF não tenha adotado providências para minimizá-los.

ad argumentandum tantum – São sugestões simples que se lapidadas e colocadas em prática – irão melhorar substancialmente a qualidade - e tornar as decisões da arbitragem mais justas e, por extensão, inviabilizar parte das críticas que sofre a categoria. 

ad argumentandum tantum (2): Num ano em que a arbitragem que laborou no Campeonato Brasileiro, feriu de morte as REGRAS DE FUTEBOL, circulares do The IFAB e da própria CBF, ser escolhido como o melhor árbitro ou assistente de 2017 perde a relevância. Ou seja, é irrelevante.   

sábado, 2 de dezembro de 2017

Curso para Assessores Internacionais de Árbitros CONMEBOL


Nesta sexta-feira (1/12) começou o Curso para Assessores Internacionais de Árbitros da CONMEBOL, na cidade de Luque, Paraguai, com a participação de 29 assessores das dez Associações Membro, que serão capacitados com novas regras e procedimentos, a cargo dos instrutores sul-americanos e o presidente da Comissão Arbitral, Wilson Seneme.
“A função de assessor internacional não existia antes e  foi criado em um ano com muito êxito. Comemoro que hoje estejam aqui deixando de lado algumas atividades em seus países para desenvolver nossa arbitragem sul-americana e partilhar ideias para melhorar", expressou Seneme na abertura do curso, que se estenderá até o dia 04 de dezembro. 
Durante a capacitação, os assessores internacionais, que foram árbitros da CONMEBOL, serão instruídos com os novos procedimentos e protocolos tecnológicos, que abarca a utilização de Sistema Vídeo de Assistência Arbitral (VAR, por suas siglas em inglês).
Na primeira jornada desta sexta os assessores escutarão as diretrizes dos instrutores da Comissão Arbitral CONMEBOL,  sendo  primeiro orador o presidente, Wilson Seneme.
“O mundo do futebol sempre vai exigir de nossa parte justiça, e para isso devemos preparar-nos cada vez mais, ser profissionais, com conhecimento e neutralidade, que somente conseguimos com esforço em nosso trabalho e, graças ao presidente Alejandro Domínguez, que apoia a justiça no futebol, hoje temos a ferramenta VAR a nosso favor”, indicou igualmente Seneme em seu discurso inicial.
Na tarde desta sexta, segundo o programa, será enfocada a parte teórica, com análise de Vídeo Teste, Apresentação de Regra de Jogo, e uma Trivia sobre as Regras de Jogo.

Fonte: CONMEBOL.com

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Simon: Brasileirão precisa 'copiar' a atrativa Copa do Brasil para evoluir; arbitragem ficou devendo

   Da esquerda para a direita Altemir Haussamnn, Pierluigi Collina (Presidente do Comitê de Árbitros da FIFA), Roberto Braatz e Carlos Simon -  em evento na Copa da África do Sul/2010 - Crédito: MHDB

Após as manifestações deste colunista relatando a quizumba em que foi transformada a arbitragem brasileira nesta temporada, no principal torneio da CBF - o Brasileirão - e os comentários do conceituado professor Rafael Porcari no seu Blog - https://pergunteaoarbitro.wordpress.com/ de que, 2017 foi terrível à arbitragem da Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf) – nesta sexta (1/12) - quem se posiciona a respeito da hecatombe que solapou a confraria do apito do futebol pentacampeão mundial, foi o mais completo árbitro do futebol brasileiro de todos os tempos, Carlos Eugênio Simon (foto). Leia o que diz Simon sobre a debacle dos homens do apito e da CA/CBF.
O Campeonato Brasileiro de 2017 terminou antes do fim. Na 35ª rodada, quando o Corinthians conquistou o título de campeão, fazendo com que a competição perdesse o interesse para um grande número de torcedores nas últimas três rodadas. Isto só foi possível por causa do sistema de pontos corridos.
Na minha opinião, está não é a melhor maneira de disputar a maior competição do futebol nacional. Entre as muitas distorções provocadas por esta fórmula, recordo a última rodada do Brasileirão de 2009, quando o Grêmio não fez nenhum esforço para ganhar do Flamengo, mesmo abrindo o marcador no Maracanã, para evitar que o arquirrival Internacional conquistasse o título daquele ano. O campeão foi o rubro-negro carioca. No campeonato atual, no domingo o Corinthians estará em Recife para enfrentar o Sport.
Considerando que já fez a festa e recebeu a taça, é possível e compreensível que a equipe paulista escale reservas para jogar na Ilha do Retiro. Assim, involuntariamente poderá beneficiar o Sport que luta contra o rebaixamento, prejudicando as demais equipes que também estão lutando para não cair para a série B.
Creio que a fórmula que inclui o mata-mata é mais justa e traz mais emoção ao campeonato, além de manter aceso até o final o interesse do público torcedor, mesmo aquela parcela não envolvida diretamente nos jogos decisivos. Registre-se que desde que o sistema de pontos corridos foi implantado, em 2003, os campeões dividiram-se entre os estados de São Paulo (9), Rio de Janeiro (3) e Minas Gerais (3).
Por outro lado, na Copa do Brasil, no mesmo período, há uma diversidade maior, incluindo, inclusive, equipes de menor expressão no cenário do futebol brasileiro, como o Santo André e o Paulista de Jundiaí, campeões em 2004 e 2005. Cabe lembrar também que a disparidade nas cotas de patrocínio paga pela TV contribui em muito para acentuar a desigualdade entre os clubes em confronto.
Sem falar que os clubes do Sudeste viajam menos do que o restante. Por exemplo, em 2012, seis times do Estado de São Paulo estavam na Série A (Corinthians, Palmeiras, São Paulo, Santos, Portuguesa e Ponte Preta).
Temporada desastrosa para o apito:
No que diz respeito ao desempenho da arbitragem, minha avaliação, com profundo desgosto, é que foi uma das piores temporadas registradas no campeonato nacional. Não faltaram erros, omissões, equívocos. Na 17ª rodada, por exemplo, um gol do corintiano Jô foi injustamente anulado na partida contra o Flamengo. Não existiu o impedimento que só o assistente viu, e o árbitro corroborou; o jogador estava a mais de três metros atrás do penúltimo defensor - portanto lance legal. O mesmo Jô foi beneficiado quando a arbitragem validou um escandaloso gol de mão, que o adicional deveria ter visto e que determinou a vitória por 1 x 0 sobre o Vasco , na 24ª rodada.
Por certo, os árbitros merecem e devem ser criticados por essas falhas. Porém, as críticas mais contundentes deve ser dirigidas aos homens que comandam a Comissão de Arbitragem da CBF. São eles que têm a responsabilidade de traçar as diretrizes da arbitragem do futebol brasileiro, organizando cursos de aperfeiçoamento e atualização unificando procedimentos, fornecendo orientações técnicas e de preparo físico - tudo sobre a batuta de instrutores qualificados.
Cabe a CA/CBF proporcionar às condições técnicas e psicológicas que permitam aos árbitros executar o seu trabalho com serenidade, amparados nos conhecimentos sólido da aplicação das regras do jogo. A profissionalização da arbitragem, o fim do sorteio e a implementação do VAR (Video Assistant Referee). Só quando essas condições forem atendidas teremos o nível de excelência que todos desejamos para o apito nacional. Por enquanto estamos distante deste ideal.
A solução dos problemas da arbitragem brasileira requer competência, dedicação e desprendimento para reconhecer e atender às necessidades profissionais dos homens e mulheres do apito e das bandeiras. Não se trata de um caso de polícia que possa ser resolvido por um coronel.


Assistente Ivan Carlos Bohn alcança a marca de 100 jogos na Série A do Brasileiro


No próximo domingo, dia 03 de dezembro, o Árbitro Assistente, Ivan Carlos Bohn, chegará a marca dos 100 jogos na Série A do Campeonato Brasileiro. Após a partida entre Vasco da Gama x Ponte Preta, às 17h, em São Januário, ele vai se tornar o segundo árbitro paranaense em atividade com o maior número de jogos na elite do futebol brasileiro.

Bohn ingressou no quadro nacional em 2004, já atuou em todas as divisões do Campeonato Brasileiro e hoje compõe a Categoria AB (séries A e B). Em 2017 o jogo de domingo será o seu 27º da temporada nacional, sendo que 16 foram na Série A. Aos 44 anos de idade e no auge da carreira, Ivan integrará o seleto grupo dos “centenários” da Série A.

A APAF-PR parabeniza o Árbitro Assistente, Ivan Carlos Bohn, por alcançar expressiva marca e fortalecer a arbitragem paranaense a nível nacional.
    Ivan Carlos Bhon, é o segundo da direita para a esquerda - Crédito: APAF/PR

Escala – Vasco da Gama x Ponte Preta

Rafael Traci - PR (CBF)
Árbitro Assistente 1 - Ivan Carlos Bohn - PR (CBF)
Árbitro Assistente 2 - Luciano Roggenbaum - PR (CBF)
Quarto Árbitro - Pedro Martinelli Christino - PR (CBF)
Árbitro Assistente Adicional 1 - Adriano Milczvski - PR (CBF)
Árbitro Assistente Adicional 2 - Edina Alves Batista - PR (FIFA)

Nossa opinião – Desde o fim da carreira de Altemir Hausmann e Roberto Braatz, os melhores árbitros assistentes de todos os tempos do futebol brasileiro, havia um hiato nesta função. Sobretudo, na Região Sul do país. Ivan Carlos Bhon, Bruno Boschilia e Victor Hugo Imazu, formam em conjunto com Rafael da Silva Alves (RS), o melhor quarteto no manejo das bandeiras aqui nestas plagas.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

APESAR DOS PESARES, TOSKI, BOSCHILIA E RAFAEL SE DESTACARAM

    Crédito: Julia Abdul-Hak

No ano em que as REGRAS DE FUTEBOL, as circulares, as alterações do (The IFAB), cursos, pilares e outras ferramentas postadas no site da CBF, pela (CA) Comissão de Árbitros da entidade à Seleção Nacional de Árbitros (Senaf), foram ineficazes de estancar a avalanche de erros perpetrados pelos apitos, bandeiras e (AAA) árbitros assistentes adicionais, rodada após rodada no Campeonato Brasileiro, apontar quem foi o melhor árbitro e os melhores assistentes na competição em tela, é como encontrar uma “agulha num palheiro”.

Importante ressaltar que a escalada interminável dos erros contumazes da (Senaf) – teve como litisconsorte, a CA/CBF - presidida por Marcos Marinho.

[Marinho é bom lembrar, nunca exerceu a atividade de árbitro e não há conhecimento de que tenha sequer, apitado uma partida de futebol de pelada de garotos de conjunto habitacional.]

Nomino a CA/CBF como partícipe na derrocada da arbitragem brasileira nesta temporada, sobretudo - porque as TVs que exibiram os jogos, clarificaram o descompasso das ações dos homens de preto em relação ao material substancioso noticiado no primeiro parágrafo.

Além das televisões, a CBF escalou desde o início do Brasileirão nas Séries (A e B), uma plêiade de analistas de campo, de vídeo, delegado especial que relataram a conduta inapropriada da arbitragem. O que impede a CA/CBF de alegar desconhecimento dos fatos.

Aliás, ao invés de requalificar àqueles que afrontaram as regras e circulares nos prelios, e, proporcionaram péssimos exemplos às novas gerações, a CA/CBF incontinenti os “laureou” com novas escalas.

Diante do exposto, o trio de arbitragem que melhor arbitrou e sentiu as partidas que dirigiram - e possibilitaram o seu desenvolvimento natural, somente interferindo para cumprimento das REGRAS DE FUTEBOL e, especialmente do seu espírito, no Campeonato Brasileiro de 2017 na nossa opinião foi: (árbitro) – ao centro com a bola - Rodolpho Toski Marques (FIFA/PR) e os assistentes Bruno Boschilia (FIFA/PR) e Rafael da Silva Alves (CBF/RS).

ad argumentandum tantum – Além do reconhecimento a indigitada trempe, realço que, todos são jovens em processo de lapidação - e com futuro auspicioso no campo da arbitragem não só ao futebol brasileiro – mas também, no que tange as competições da FIFA.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

ARBITRAGEM DO MUNDIAL DE 2018, SERÁ ANUNCIADA EM JANEIRO


No seminário de arbitragem que está sendo desenvolvido aos homens de preto selecionados para o Mundial de Clubes em Abu Dhabi (UAE), torneio que terá inicio no próximo dia 6/12, a FIFA anunciou que a lista completa da confraria do apito ao Mundial de 2018 na Rússia, poderá ser confirmada após o final do aludido torneio, ou no mais tardar no mês de janeiro do ano que vem. O que confirma, a notícia veiculada antecipadamente pelo prestigioso site ÁRBITRO INTERNACIONAL.
                  Crédito: FIFA
A preparação aos trinta e seis profissionais da arbitragem que participarão do evento nos (UAE) - começou no último domingo (26) e o seu final será dia 30 de novembro. Pierluigi Collina (foto), presidente do Comitê de Árbitros da FIFA e Massimo Busacca, Diretor do Departamento de Arbitragem da entidade que controla o futebol no planeta, comandam In loco o seminário aos homens de preto.

Os principais temas elencados à arbitragem são: 1) O árbitro do século 21, tem que ter capacidade de ler o jogo que vai comandar do ponto de vista técnico e tático. 2) Deve ter força mental e compreensão de aprender com os erros. 3) Compreender as diferentes mentalidades dos atletas e dos demais membros das equipes. 4) Procurar manter durante os prelios a consistência e uniformidade nas tomadas de decisões.

PS (1): A (CONCACAF) Confederação de Futebol da América do Norte, Central e Caribe e a (AFC) Confederação Asiática de Futebol, celebraram nesta semana um intercâmbio que envolverá o quadro de arbitragem das duas instituições. O objetivo do intercâmbio, visa requalificar a arbitragem das confederações nominadas, e alcançar niveis de excelência no quesito qualidade.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

CÁCERES É O MELHOR ÁRBITRO DA CONMEBOL


Aos que discordam da nossa opinião a respeito da qualidade da arbitragem brasileira - sugiro observar o Ranking do mês de novembro/2017 - estabelecido pelo conceituado site -  https://internationalreferee.blogspot.com.br/2017/11/ranking-conmebol-edicion-noviembre-2017.html - onde estão selecionados, os melhores apitos da arbitragem Sul-americana - basta clicar no endereço acima

1º - Enrique Cáceres, (foto) Paraguay, 338 puntos (+15)
2º - Wilmar Roldán, Colombia, 311 puntos (-5)
3º - Victor Carrillo, Perú, 275 puntos (-12)
4)Julio Bascuñan, Chile, 271 puntos (+0)
5)Roddy Zambrano, Ecuador, 271 puntos (+3)
6)Andres Cunha, Uruguay, 265 puntos (+0)
7)Nestor Pitana, Argentina, 252 puntos (+7)
8)José Argote, Venezuela, 248 puntos (+15) [+1]
9)Daniel Fedorczuk, Uruguay, 233 puntos (+0) [-1]
10º- Sandro Ricci, Brasil, 224 puntos (+12)
11)Wilson Lamouroux, Colombia, 193 puntos (+0)
12)Patricio Loustau, Argentina, 180 puntos (+0)
13)Roberto Tobar, Chile, 177 puntos (+0)
14º- Wilton Sampaio, Brasil, 165 puntos (+25) [+2]
15)Diego Haro, Peru, 158 puntos (+0) [-1]
16)Ricardo MarquesBrasil, 156 puntos (+18) [+1]
17)Mauro Vigliano, Argentina, 141 puntos (+0) [-2]
18)Raúl Orosco, Bolivia, 138 puntos (+0)
19)Jesus Valenzuela, Venezuela, 129 puntos (+0)
20)Gery Vargas
, Bolivia, 109 puntos (+21) [+2]
21)Mario Diaz De Vivar
, Paraguay, 104 puntos (+6) [-1]
22)Anderson Daronco, Brasil, 84 puntos (+18) [+3]
23)Fernando Rapallini*
, Argentina, 97 puntos (+15) [+3]
24)Dario Herrera, Argentina, 93 puntos (+0) [-3]
2 - Ulises MerelesParaguay, 86 puntos (+0) [-2]
 

“DECADÊNCIA CONTUMAZ”


O pênalti “escabroso” assinalado contra o São Paulo/SP, na partida contra o Coritiba/PR, no domingo que passou, aos 40 minutos da etapa inicial, pelo árbitro Anderson Daronco (FIFA/RS) - em conjunto com o árbitro assistente adicional (AAA) Eleno Todeschini, expôs de maneira cristalina a ruína da arbitragem brasileira, que, está laborando nesta temporada no principal torneio da CBF, o Campeonato Brasileiro de Futebol.

A escalada de erros de apitos, assistentes e (AAA) e os consequentes prejuízos às equipes participantes do Brasileirão, tiveram início na 5ª rodada da primeira fase - nas Séries (A e B) - e desde então, a classificação das aludidas competições, sofreu mutações jogo a jogo.

Nominar os erros e quem os praticou é tarefa fácil. O “nó” da questão é elencar as causas pelas quais o quadro de árbitros da Seleção Nacional de Árbitros de Futebol (Senaf), atingiu o estágio de mediocridade atual.

Mas para se chegar até lá, convenhamos, a tarefa não é difícil. Com as três últimas administrações da CBF, incluso a atual de Marco Polo Del Nero, envolvidas em escândalo de corrupção que está sendo investigado pelo (FBI-EUA) – almejar uma arbitragem com conteúdo qualitativo - só sendo “cretino”.

Com uma comissão de arbitragem dirigida por Marcos Marinho, que não é árbitro de futebol e nunca apitou uma partida de futebol de pelada de menino de conjunto habitacional -, e tem no continuísmo sua principal característica, almejar uma arbitragem com um percentual de erros aceitável, até porque o árbitro é humano, não passa de devaneio.

Almejar uma arbitragem no futebol detentor de cinco Mundiais de Futebol, em consonância com o praticado no século 21 - onde analistas de campo, analistas de vídeo, delegado especial e tutor de árbitros - escalados pela CBF para avaliar o desempenho dos apitos, bandeiras e (AAA) no Brasileirão - e ninguém sabe o qual é o teor dos relatórios, já que os erros atingiram proporções descomunais e aqueles que erraram continuam sendo escalados, só se for um “debiloide”.

PS: A CBF disponibilizou ao quadro da (Senaf) neste Campeonato Brasileiro os seguintes departamentos e afins: 1) Departamento de Arbitragem/CBF/DA. 2) Comissão de Arbitragem 3) Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (Enaf). 4) Corregedoria de Arbitragem. 5) Ouvidoria de Arbitragem. 6) Um membro nos painéis físico, mental e um no Médico. 7) Analista de campo, analista de vídeo e delegado especial de arbitragem. 8) Distribuiu e postou no seu site várias circulares da CA/CBF e do The IFAB, livro de REGRAS DE FUTEBOL atualizado e diferentes cursos, inclusive sobre o (AV) à confraria da (Senaf).

PS (2): O resultado de toda esta parafernália foi um fracasso nas tomadas de decisões dos apitadores no campo de jogo, nesta temporada. Desejo que aqueles que tem poder de decisão na CBF, comecem hoje um planejamento à arbitragem brasileira para 2018 - o objetivo visa não termos a repetição do cenário “doloroso” de 2017, na área da arbitragem.