quinta-feira, 22 de junho de 2017

Onze jogos com vídeo-árbitro

  • A 23.ª edição do Torneio Lopes da Silva vai ficar marcada por vários testes de vídeo-árbitro, numa formação em que irão estar presentes treze árbitros da 1.ª categoria.
  • O Torneio Lopes da Silva 2017 vai ser histórico e marcante. A 23.ª edição da prova interassociações sub-14, que se disputa em Elvas, de 24 a 30 de junho, vai estar recheada de estreias e novidades.
  • No seguimento da medida de implementar o vídeo-árbitro em todos os encontros da próxima edição da Liga NOS, a FPF vai aproveitar o Lopes da Silva deste ano, que se realiza em Elvas, para aprofundar a formação dos árbitros perante esta nova ferramenta. Em termos concretos, serão 11 os jogos que vão contar com o vídeo-árbitro, onde 13 juízes da 1.ª categoria irão ter a oportunidade de afinar todos os detalhes e de testar todos os conhecimentos em relação à tecnologia.
  • Os seguintes árbitros foram nomeados pelo CA para os testes de VAR: Bruno Paixão, Rui Oliveira, Vasco Santos, Gonçalo Martins, António Nobre, Luís Godinho, Hélder Malheiro, Manuel Oliveira, Luís Ferreira, Manuel Mota, Tiago Martins, Fábio Veríssimo e Vítor Ferreira.
  • Essas referidas 11 partidas também poderão ser acompanhadas de forma bastante atenta. A FPF decidiu fazer a transmissão de todos os encontros que se disputam no Estádio Municipal de Atletismo, em Elvas, sendo que esses encontros poderão ser seguidos a partir de fpf.pt.
  • Esta 23.ª edição também vai ficar marcada pela estreia do cartão branco. Trata-se de uma ferramenta que servirá para reconhecer e premiar os comportamentos e atitudes corretas no terreno de jogo, aplicando-se a jogadores, técnicos e também adeptos. Em 2018/19, a FPF espera alargar a sua utilização a todas as competições nacionais de formação, na certeza de que é possível melhorar o futebol desde a base, incutindo condutas exemplares que contagiem todos os agentes desportivos.
  • Fonte; Federação Portuguesa de Futebol
  • PS: Enquanto aqui no Brasil e, por extensão,  na América do Sul, a exceção da arbitragem que atuou ou está atuando nos torneios da FIFA são detentores de conhecimento sobre como funciona o ÁRBITRO DE VÍDEO, os demais apitos não receberam nenhum treinamento a respeito da dinâmica da aludida tecnologia -  a Federação Portuguesa de Futebol está treinando a sua confraria do apito no que diz respeito ao (AV), há mais de seis meses em diferentes competições. 
  • Mas o que me chama a atenção no fato do (AV), no que tange a CONMEBOL, é que a entidade tem dois membros no Comitê de Arbitragem da FIFA. Amélio Andino (Paraguai) e Wilson Luiz Seneme (Brasil). Diante do exposto, fica a pergunta: Por que a CONMEBOL,  ainda não treinou a categoria dos homens de preto que labora nas suas competições? Será que os apitos da (CSF), apesar das profundas mudanças implementadas na instituição continuarão no processo de subdesenvolvimento?
  • PS (2): Por falar em ÁRBITRO DE VÍDEO (AV), a Federação Pernambucana de Futebol anunciou que a final do seu campeonato, que será jogada na próxima quarta-feira (28), entre o Sport x Salgueiro, terá o teste do (AV), a exemplo da primeira partida.
  • PS (3): É bom lembrar que no primeiro confronto, o teste com o (AV) foi um rotundo FIASCO. Primeiro, o penal assinalado contra o Sport com o auxílio do (AV) não existiu. Segundo, o tempo utilizado para decidir se foi ou não penal de cinco minutos e vinte segundos, foi um absurdo! - (tempo que o jogo ficou paralisado) - foi algo que tenho certeza absoluta o (The IFAB) e a FIFA não aprovaram.
  • Crédito da foto: FIFA

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Vídeo-árbitro (e o árbitro principal) viveram momentos difíceis no México-Nova Zelândia

                                                               Crédito: FIFA

Decorria já o quarto minuto do tempo de descontos no México-Nova Zelândia, da segunda jornada da Taça das Confederações, quando Boxall, Reyes e Herrera se desentenderam após uma disputa de bola mais acesa, dando origem a uma enorme confusão entre quase todos os jogadores das duas equipas. O árbitro Bakary Gassama recorreu ao vídeo-árbitro, mas... continuou com dúvidas. Por isso, optou por ir rever as imagens e só após três minutos de paragem é que decidiu mostrar o cartão amarelo aos três jogadores.
Fonte: RECORD/PORTUGAL
Nossa opinião: No futebol brasileiro, o lance em tela seria tratado como um escândalo de proporções inimagináveis - sobretudo, por parte da ignara imprensa esportiva que, com rararíssimas exceções não tem conhecimento das REGRAS DE FUTEBOL, que dirá capacidade para discernir a atitude correta do árbitro neste tipo de lance.


terça-feira, 20 de junho de 2017

ARROGÂNCIA, DESCONHECIMENTO OU OMISSÃO?


Dentre as atribuições que o (The IFAB) determina ao quarto árbitro, está a de informar ao Referee, qualquer conduta  incorreta dos integrantes das áreas técnicas, além das demais funções prescritas no manual REGRAS DE FUTEBOL (nas páginas 57 a 61).
Feito o introito, tenho observado que há quarto árbitro que ao invés de controlar os integrantes da área técnica com inteligência e poupar dissabores ao árbitro central, que tem enorme responsabilidade na condução de um prélio, se omitem quanto ao comportamento dos integrantes do banco de reservas, mas sobretudo, dos técnicos.
Muitos têm dado mostras que não estão nem aí para os acontecimentos e se preocupam apenas em levantar a placa quando das substituições.
Omissão que vem acontecendo por desconhecimento da função, por comodismo e/ou arrogância. O que gera ingente desgaste ao árbitro da partida, que acionado pelo quarto árbitro  diante do acirramento emocional dos treinadores, não tem outra opção a não ser exclui-los.
Sob a forma de anonimato, três apitos da Série (A) e três da Série (B), confirmaram que está meio complicada a questão do quarto árbitro.
Tem quarto árbitro “arrogante” que, ao invés de atuar com vivacidade na insurreição dos técnicos, “jogam mais lenha na fogueira”. E há os que ficam assistindo o jogo - fingindo que não veem a movimentação e não escutam o que falam os técnicos. É um salve-se quem puder.
Está feito o ALERTA à Comissão de Árbitros da CBF e à Escola Nacional de Arbitragem de Futebol (Enaf), a respeito de uma omissão escabrosa que está se enraizando no principal torneio da entidade detentora de cinco títulos mundiais de futebol.
PS: A exemplo da CBF que anunciou a implementação do ÁRBITRO DE VÍDEO (AV) no Campeonato Brasileiro deste ano e, posteriormente recuou, a CONMEBOL após pedir autorização a FIFA e ao (The IFAB), para realizar testes com (AV) a partir das oitavas de final da LIBERTADORES, não confirmou o experimento na aludida competição.
PS (2): Segundo informações não oficiais, pesou o alto custo financeiro do teste cobrado pela empresa geradora das imagens, e a falta de treinamento dos homens de preto da Confederação Sul-Americana de Futebol no que tange ao (AV).

FORMAÇÃO SOCIOCULTURAL FACILITA A CONSCIENTIZAÇÃO

Horas antes da abertura da Copa das Confederações que está sendo realizada na Rússia, o (The IFAB), única instituição com poderes para autorizar experimentos e/ou mudanças nas REGRAS DE FUTEBOL, anunciou via o diretor de arbitragem da FIFA Massimo Busacca (foto) e do ex-atleta Marco Van Basten, diversas proposições que devem ser analisadas e testadas no ano que vem, com o objetivo precípuo de tornar o futebol um espetáculo de entretenimento na sua essência.
                                                                            Crédito: FIFA
De todas as sugestões que acompanhei na coletiva na cidade de Gramado (RS), onde passei o feriado e o final de semana que passou, a que julgo de fundamental importância para a otimização do futebol, é a que aumenta o tempo de bola em jogo.

A FIFA e o (The IFAB) querem um mínimo de sessenta minutos de bola em jogo. Aliás, na maioria das competições da Europa a bola já rola mais de 60 minutos, com raras exceções.

Isto é possível no Velho Continente porque, a formação sociocultural desde a infância dos dirigentes, dos atletas, dos técnicos, da arbitragem, da imprensa e dos torcedores é totalmente diferenciada das demais nações do planeta. Lá pensa-se no coletivo e não no individual

Além do aspecto sócio cultural de cada envolvido nos jogos de futebol da Europa, há um outro ingrediente que influi sobremaneira no tempo de bola rolando e na qualidade dos confrontos: “A conscientização de todos os envolvidos no futebol dentro e fora do campo de jogo, independente da categoria que está sendo disputada, de que se procederem em desacordo com as leis que regem o futebol, a punição disciplinar e em algumas situações pecuniária, é tiro e queda”.

Aqui está na nossa opinião, o principal fator que transformou o conceito do futebol europeu e o elevou a um patamar qualitativo, econômico e de espetáculo de alto nível - o que dificilmente será alcançado por outros continentes. As demais propostas servem como complemento.


quarta-feira, 14 de junho de 2017

ESTRANHISSIMO!

                                                               Crédito: FIFA


  • Quando o (The IFAB) autorizou o experimento com o ÁRBITRO DE VÍDEO (AV), no dia 5 de março de 2016, imaginei que o Brasil por ser considerado o país do futebol, e pelo fato de a CONMEBOL ter como representante junto ao (The IFAB), o brasileiro Manoel Serapião Filho, o futebol pentacampeão sairia na frente na questão dos testes do (AV). Não foi o que aconteceu.  
  • Quinze meses se passaram e a CBF em parceria com a Federação de Futebol de Pernambuco, realizaram um único teste. Teste que foi realizado na primeira partida da decisão do indigitado campeonato, entre as esquadras do Sport Recife x Salgueiro, que acabou num rotundo fiasco.
  • Naquele confronto um penal foi assinalado contra a equipe do Sport – e, após cinco minutos e quarenta e dois segundos de paralisação, para decidir se houve ou não a falta máxima com o auxílio do ÁRBITRO DE VÍDEO, a arbitragem errou. O pênalti assinalado não aconteceu.
  • Fui buscar em diferentes fontes os motivos pelos quais a CBF não avançou no teste do (AV). Recebi várias respostas mas nenhuma foi conclusiva. 1) A CBF através do representante da CONMEBOl perante o (The IFAB), Manoel Serapião, discorda de alguns itens do Protocolo definido o que é verdade. Em recente entrevista ao SporTV, Serapião demonstrou sua contrariedade sobre a forma como os testes estão sendo realizados. 2) A CBF acha o custo econômico da experiência elevadíssimo. 3) Há discordância para se saber quem vai gerar as imagens e, por consequência, qual é a tecnologia que será empregada. 4) Além do enunciado, a CBF teria que gastar alguns milhares de reais num momento de profunda crise econômica, para treinar seu quadro de arbitragem sem a certeza se irá ou não utilizar o (AV) nos próximos torneios que a instituição realiza. 5) Tanto é verdade que até o momento, a CBF não qualificou seu quadro de arbitragem a respeito da dinâmica de funcionamento do (AV).
  • Enquanto a CBF discute e discorda do Protocolo determinado na 130ª Reunião do (The IFAB), e outros quesitos, a (MLS) dos EUA, a Federação Portuguesa de Futebol e a Canadian Soccer Association (Canadá), estão realizando experimentos do (AV), em diferentes competições sem nenhum problema. Estranho, não?
  • Estranho porque, a CBF anunciou no novo Regulamento Geral de Competições da entidade à temporada 2017, a regulamentação do uso do “ÁRBITRO DE VÍDEO”. Ao todo, três artigos  detalharam a possibilidade da tecnologia ser implantada nos campeonatos nacionais (Séries A, B, C e D e Copa do Brasil). O regulamento diz que não há prazo para o início, mas o regulamento autoriza o uso em qualquer fase a partir do início do novo calendário oficial. Não é estranho, é estranhisssimo!
  • PS: O erro é inerente a natureza humana desde o momento que o homem desobedeceu o seu criador, e foi expulso do Jardim do Éden. O árbitro de futebol é humano, não é uma máquina. Agora, a “vacilada” do árbitro Paulo Vollkopf, do árbitro adicional e do assistente todos do (MS), para equacionar o erro do penal que não existiu e o tempo demandado no prélio, Avai/SC x Flamengo/RJ, é difícil de compreender. Ainda bem que a decisão foi correta.
  • PS (2): Três árbitros, três cabeças e seis olhos num lance que aconteceu dentro do campo visual do árbitro, do árbitro adicional e do assistente. Foi precipitação? Ausência de capacidade cognitiva? A estonteante Florianópolis os deixou deslumbrados? Ou será que imaginaram que estavam apitando no (MS), cujo campeonato é frágil??  

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Por que os goleiros ultrapassam o limite dos seis segundos?

          Crédito: CBF


Na REGRA 12 - Faltas e Incorreções o (The IFAB), entidade responsável pelas confecção, ou qualquer alteração e experimentos sobre as REGRAS DE FUTEBOL, preceitua que: “O goleiro não pode manter a bola nas mãos durante mais de seis segundos  dentro da sua área penal antes de soltá-la”. A infração é tipificada como conduta antidesportiva e punida com tiro livre indireto.
Em que pese a arbitragem neste início do Campeonato Brasileiro, ter atingido uma escala entre o bom e ótimo, esta é a principal deficiência e/ou omissão da confraria do apito que está laborando no Brasileirão.
Pertinente à este tipo de infração, observei ação imediata junto aos goleiros com gestos e olhares em algumas partidas dos árbitros: Anderson Daronco, Bráulio da Silva Machado, Caio Max Vieira, Jailson Macedo de Freitas, Marcelo de Lima Henrique, Raphael Claus, Rafael Traci, Ricardo Marques Ribeiro e Rodolpho Toski Marques.
Por que os demais não se posicionaram em relação a infração em tela? Foi comodismo, desatenção, desconhecimento da regra, temor de aplicar a regra e não ser inserido nos próximos sorteios?
Com a palavra a belíssima personagem humana e competente membra da CA/CBF, Ana Paula Oliveira (foto), que se observar atentamente verá que temos razão. Ana Paula é integrante da comissão que faz comentários das tomadas de decisões corretas, equívocos e/ou omissão dos homens de preto no site da CBF.
PS: O lance do penal assinalado pelo árbitro Paulo Vollkopf (MT), que não aconteceu nem Ressacada e muito menos na Cochinchina, no prélio Avai/SC x Flamengo/RJ, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro da Série (A), expôs a ausência de coordenação motora e precipitação do indigitado apito e, sobretudo, a ausência de trabalho em equipe. Dois minutos e vinte segundos para dirimir um penal que não aconteceu e onde o árbitro, o árbitro adicional e o assistente estavam próximos da jogada é muito tempo. O Brasileirão é a “coqueluche” do futebol brasileiro e não o campeonato de Mato Grosso.
PS (2): No confronto Chapecoense/SC x Grêmio/RS, no meio da semana que passou, o árbitro adicional, Paulo Roberto Alves Júnior, da Federação Paranaense de Futebol deu um exemplo de como deve agir o profissional escalado para a função de árbitro adicional. Foi perfeito.
PS (3): Dado neste início de 2017 como liquidado para a arbitragem brasileira, o árbitro Marcelo de Lima Henrique (RJ), a cada jogo demonstra com suas atuações equilibradíssimas que, as hienas que gravitam nos labirintos da arbitragem e apostaram na sua morte sucumbiram.
PS (4): Discreto, deslocando-se de acordo com a intensidade das jogadas (conhece os atalhos do campo de jogo, característica que poucos árbitros possuem) - e interferindo no jogo somente quando necessário e praticando a arbitragem preventiva com eficiência, deu uma aula de cátedra no jogo Atlético/PR 0 x 2 Santos/SP.

domingo, 11 de junho de 2017

SENEME FAZ BALANÇO POSITIVO DA ARBITRAGEM

Na prestação de contas que faz do desempenho da confraria do apito da Confederação Sul-Americana de Futebol (CSF) no twitter, no sábado (10), o presidente do Comitê de Árbitros da entidade, Wilson Luiz Seneme, enumera: 1) As alterações do calendário. 2) As competições da Conmebol. 3) O número de jogos realizados até o presente momento. 4) O montante de árbitros que atuaram nas três competições. 5) A participação dos homens de preto Sul-Americanos no Mundial Sub-20 da FIFA na Coréia do Sul. 6) Os cursos efetivados aos apitos, bandeiras e instrutores da (CSF) – e 7), A renovação  implementada gradativamente no quadro de árbitros em 2017-  (foram doze).
São dados positivos porque, Seneme assumiu há pouco mais de seis meses e seria um absurdo exigir uma mudança de filosofia radical. Sobretudo porque a área da arbitragem é diferenciada dos demais segmentos do futebol. Se as transformações no organograma e no seu arcabouço, não forem realizadas dentro de um contexto equilibrado dá “Chabu”.  
O dirigente e sua equipe designados para comandar, escalar, supervisionar, ministrar cursos, observar o dom, talento, vocação, ter a consciência da capacidade e/ou perfil de cada árbitro e assistente, tem que ter um discernimento que transcede a inteligência humana. Se não for detentor de uma mente similar a de um cientista da Nasa, vai tudo para o beleléu. Principalmente, quando se trata de uma instituição da exponencia da CONMEBOL.
PS (1): Na próxima quarta-feira (14), a (CSF) irá realizar o sorteio das oitavas de final da Copa Libertadores da América, o mais importante torneio do futebol Sul-Americano. Fala-se que no dia seguinte (15), a entidade poderá anunciar a implantação do ÁRBITRO DE VÍDEO (AV) nesta competição.
                                   Crédito: USA/TODAY
PS (2): O grande obstáculo para a implementação do (AV) nesta fase da Libertadores, é a falta de treinamento à arbitragem da CONMEBOL. Já que é notório que um contingente minoritário de apitos e bandeiras da (CSF), possuem conhecimento da dinâmica operacional do (AV).
PS (3): O tempo joga contra a participação do ÁRBITRO DE VÍDEO na Libertadores. As oitavas do torneio estão programadas para iniciar no próximo dia 4 de julho. “Tá em cima do laço!” Colunistas de quatro países diferentes nos afirmaram que, é prematuro lançar o (AV) sem o devido treinamento à confraria do apito na Libertadores.

sábado, 10 de junho de 2017

HEBER E VUADEN ESTÃO VOLTANDO

Heber Roberto Lopes, o  3º da esquerda para a direita com os membros da arbitragem na final da Copa América Centenário nos EUA em 2016 - Crédito - CONMEBOL

O início da arbitragem do Campeonato Brasileiro deste 2017, no que tange até a quinta rodada da Série (A), é muito bom. Não lembro de a confraria do apito ter início de Brasileirão com tamanha performance.
Com pequenos erros de interpretação na segunda rodada, onde o Atlético Paranaense foi prejudicado com a não marcação de um penal no prélio contra o Tricolor dos Pampas - e o lance envolvendo o meia Wanderson do rubro-negro da Arena da Baixada e o meia Renato do Tricolor do Pó- de-Arroz, na terça (12), não houve nada de excepcional em prejuízo das esquadras que estão disputando o maior campeonato de futebol do planeta, até o momento. Somente os que desconhecem as REGRAS DE FUTEBOL e/ou mal-intencionados podem afirmar o contrário.
A partir da sétima rodada a arbitragem da Série (A), ganha dois reforços consideráveis que não vinham atuando em função de problemas físicos. Heber Roberto Lopes (SC) e Leandro Pedro Vuaden (RS). Ambos, foram submetidos a requalificação no pilar físico, pela Escola Nacional de Arbitragem da CBF (Enaf) durante trinta dias, e aprovados com excelente desempenho.
As presenças de Roberto Lopes e Leandro Vuaden nas próximas escalas, dado que são detentores de Know-how inquestionável nos cinco pilares exigidos pela FIFA, irá substanciar sobremaneira as opções da Comissão de Árbitros da CBF.   





terça-feira, 6 de junho de 2017

Ranking da arbitragem no Brasileirão – 3ª rodada

Na sequência do acompanhamento da premiação aos árbitros do Campeonato Brasileiro 2017, a Comissão de Arbitragem da CBF divulgou as melhores equipes da 3ª rodada da competição. Os vencedores serão determinados pela soma da pontuação contabilizada durante todo o campeonato e o ranking está sendo elaborado a partir dos dados do

ARBITRAGEM - BRASILEIRÃO - 3ª RODADA
Vasco-RJ 3 x 2 Fluminense-RJ, 27 de maio, sábado (16h), São Januário, Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Raphael Claus (foto) - FIFA/SP
Árbitro Assistente 1: Alex Ang - CBF/SP
Árbitro Assistente 2: Tatiane Sacioti - FIFA/SP
Quarto Árbitro: Alberto Poleto - CBF/SP
Árbitro Assistente Adicional 1: Rodrigo Guarizzo - CBF/SP
Árbitro Assistente Adicional 2: Marcio Gois - CBF/SP
São Paulo-SP 2 x 0 Palmeiras-SP, 27 de maio, sábado (19h), Morumbi, São Paulo (SP)
Árbitro: Anderson Daronco (FIFA/RS)
Árbitro Assistente 1: Rafael Alves (CBF/RS)
Árbitro Assistente 2: Elio Nepomucemo (CBF/RS)
Quarto Árbitro: Michael Stanislau (CBF/RS)
Árbitro Assistente Adicional 1: Jean Pierre (CBF/RS)
Árbitro Assistente Adicional 2: Roger Goulart (CBF/RS)

Chapecoense-SC 2 x 0 Avaí-SC, 29 de maio, segunda-feira (20h), Arena Condá, Chapecó (SC)
Árbitro: Marcelo de Lima - CBF/RJ
Árbitro Assistente 1: Dibert Pedrosa - CBF/RJ
Árbitro Assistente 2: Michael Correa - CBF/RJ
Quarto Árbitro: Carlos Alves - CBF/RJ
Árbitro Assistente Adicional 1: Leonardo Cavaleiro - CBF/RJ
Árbitro Assistente Adicional 2: Carlos Braga - CBF/RJ
Fonte: CBF - Crédito da foto: Lucas Merçon/Fluminense/FC

OPINIÃO DO BICUDO - Anderson Daronco (FIFA/RS) e Raphael Claus (FIFA/SP), são duas extraordinárias opções da arbitragem da Federação Gaúcha de Futebol e da Federação Paulista de Futebol. Em ambas as federações, em que pese o quadro de pauperidade qualitativa e não ter havido renovação nos últimos anos, fazem a diferença.

A diferença entre Daronco e Claus e a avalanche de apitos que foram formados pelas duas entidades nos últimos anos, é que os dois apitos são detentores do dom, talento e, sobretudo, da vocação para o mister da arbitragem.


Já o carioca Marcelo de Lima Henrique, dado no ínicio de 2017, como acabado para a arbitragem, além ter as qualidades de um árbitro de futebol top de linha, é um exemplo de superação.
Enquanto os "áulicos, os trânsfugas e os sediciosos", latiam e uivavam contra sua pessoa, De Lima foi buscar forças em Deus, nos amigos e na família para superar as maldades desferidas pelos CANCROS FADEGÊNICOS, que gravitam na arbitragem brasileira dando a volta por cima.    

PS: O comentário é extremamente agressivo, mas, reflete a realidade de um segmento que utiliza-se do ardil da mentira para ludibriar a confraria do apito do futebol, cinco vezes campeão mundial.